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Serviços · método provado, tecnologia de hoje

Seis frentes.Contrate pelo estágio do projeto.

Cada frente resolve um estágio do ciclo: diagnosticar antes do orçamento, construir sob medida, modernizar o que trava, integrar o que não conversa, sustentar o que já está no ar e capacitar o seu time. Podem ser contratadas juntas ou isoladamente — e você não precisa saber o nome do serviço, só descrever o que está acontecendo.

Contrate uma sóOu combine as seis — não há pacote mínimo
Começa por diagnósticoDocumento e estimativa antes de aprovar orçamento
Método desde 2007Nove fases com gate; a stack mudou, os gates não
Continua depois do deployBanco de horas ou célula dedicada, quando a demanda é contínua

Diagnóstico

Diga o sintoma. A frente certa vem por consequência.

Você não precisa saber o nome do serviço. Precisa descrever o que está acontecendo. Abaixo, os seis cenários que mais chegam até nós — e para onde cada um leva.

“Preciso aprovar um orçamento e não sei se o número é realista.”

Pré-projeto e EGH

Você recebe a estimativa com o método que a produziu — não um número redondo.

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“O processo do negócio não cabe em nenhum sistema que testei.”

Software sob medida

Quando o produto de prateleira obriga a operação a mudar, o problema é o produto.

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“O sistema funciona, mas ninguém da equipe ousa mexer nele.”

Arquitetura e modernização

Sistema que ninguém toca não está estável. Está travado.

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“Tem gente digitando de um sistema para outro, todo dia.”

Integrações e automação

Planilha servindo de ponte é sintoma, não solução.

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“A fila de demandas só cresce e o time interno não vence.”

Linha de produção

Contratar por projeto resolve uma vez. Demanda contínua pede outra estrutura.

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“A tecnologia é nova para o time, e não queremos depender de terceiros.”

Mentoring

O objetivo é você não precisar mais de nós nessa frente.

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Se dois cenários descrevem o seu caso, ou se nenhum descreve, a resposta costuma ser a mesma: comece pelo pré-projeto. Foi assim em 56 dos 74 projetos do nosso acervo — não porque vendemos diagnóstico, mas porque orçamento aprovado sobre premissa errada custa mais caro que o diagnóstico inteiro.

As seis frentes

Três atos: o que vem antes, o que constrói, o que sustenta.

A divisão está no nosso catálogo desde março de 2007 — junto com “projeto full”, “célula de desenvolvimento” e “consultoria estratégica”, que continuam valendo e são combinações destas mesmas seis. Cada frente abaixo diz quando contratar, o que você recebe, como funciona e onde já aplicamos.

Antes de construir

Reduzir incerteza custa menos que corrigir rota depois.

Pré-projeto e EGH

Quando contratar: antes de aprovar orçamento de um projeto grande.

O que você recebe

Documento de visão, requisitos de negócio, de usuário e não-funcionais, desenho do processo proposto, casos de uso e a estimativa de prazo e custo — com a planilha que a produziu, por nível de conhecimento, com pulmão, setup e distribuição por fase. A sigla EGH cobre as três etapas que podem vir junto: especificação, gestão e homologação.

Como funciona

A estimativa não sai como número redondo. Sai como cálculo auditável: quantas horas, em que fase, por qual perfil, com qual margem de segurança — e por quê. Quando o escopo ainda não está fechado, entregamos o orçamento nos dois formatos, aberto e fechado, lado a lado, para que a decisão de contrato seja sua e informada. É o que fizemos para a Praxair/White Martins: a mesma demanda, precificada das duas maneiras, com o documento de fechamento de escopo anexo.

Onde já aplicamos

56 dos 74 projetos do acervo começaram aqui — 48 com proposta técnica e comercial formal, 50 com estimativa documentada. No Sistema Jurídico da GE, o ciclo saiu completo: visão, requisitos, situação atual, processo proposto, casos de uso, estimativa, proposta e cronograma — na mesma pasta, na ordem em que foram produzidos.

Construindo

O software que a operação precisa — e a ponte com o que já existe.

Software sob medida

Quando contratar: o processo do negócio não cabe em produto de prateleira.

O que você recebe

Aplicações web, plataformas e backoffices desenhados em torno das regras reais da operação — não o contrário. Com os artefatos que permitem a outra equipe assumir depois: casos de uso, modelo de domínio e casos de teste.

Como funciona

Construção incremental, com escopo contratado por iteração quando o projeto é longo: contrato mestre mais anexos, em vez de um escopo gigante fechado no dia em que menos se sabe sobre ele. O caso de uso segue o postulado 80/20 do nosso template — o fluxo principal é escrito antes das exceções, porque é ele que sustenta a estimativa.

Onde já aplicamos

33 projetos do acervo. No Portal do Fornecedor da Via Varejo, o sistema faz antecipação de recebíveis integrado ao ERP Infor LN. E há um setor inteiro: nove clientes de câmbio e mercado financeiro — ASTS, Advanced Corretora, Souza Barros, Treviso, Change, Intercam, CSHG, Fromtis e LA Clearing.

Arquitetura e modernização

Quando contratar: o sistema funciona, mas ninguém ousa mexer nele.

O que você recebe

Documento de arquitetura, solução arquitetural proposta, modelo de domínio e — quando a decisão depende de escolher tecnologia — prova de conceito construída, não comparativo de tabela.

Como funciona

Antes de recomendar, testamos. No e-commerce da Leroy Merlin, a decisão passou por prova de conceito de quatro tecnologias (Konakart, Exalead, Liferay e Icefaces), modelo de domínio evoluído por sprint e handover documentado no fim. Para a Unimed Sorocaba, o comparativo entre plataformas veio com o que quase nunca aparece na proposta: o desenho da infraestrutura básica ao lado do da ideal, com o custo de cada uma explícito.

Onde já aplicamos

14 projetos do acervo, entre avaliação de legado e escolha de plataforma.

Integrações e automação

Quando contratar: há planilha e digitação manual servindo de ponte entre sistemas.

O que você recebe

Conexão entre sistemas, APIs, pagamentos e canais de comunicação — com o modelo de integração desenhado antes da primeira linha de código, e os pacotes de implantação datados, para que a virada não dependa de memória de ninguém.

Como funciona

Integração raramente falha na tecnologia; falha na fronteira entre dois times que não respondem um ao outro. Por isso o desenho vem primeiro. Na Rota das Bandeiras, a integração com DBTRANS e e-Pedágio conecta a concessionária às operadoras de rodovia. Na Souza Barros, o modelo entre JBoss e IIS sustentou cerca de quarenta casos de uso e quinze pacotes de implantação ao longo de um ano.

Onde já aplicamos

20 projetos do acervo. Três concessionárias de rodovia — Renovias, Rota das Bandeiras e Centrovias, esta com a mensageria ARTESP/CGMP. E o Portal do Fornecedor da Via Varejo, integrado ao ERP Infor LN por webservices.

Sustentando

O que mantém o sistema vivo depois que ele entra em produção.

Linha de produção

Quando contratar: há demanda contínua e o time interno não dá conta.

O que você recebe

Equipe dedicada a escopo especializado, apoiada por perfis de arquitetura, engenharia e gestão de projetos. Contratada por banco de horas ou por célula de desenvolvimento, conforme a demanda seja variável ou constante.

Como funciona

Banco de horas quando o volume oscila e a prioridade muda no mês; célula dedicada quando há fila permanente. Para a ARSESP, agência reguladora do Estado de São Paulo, o termo de referência foi de banco de horas para manter o legado funcionando durante a transição de plataforma — o cenário em que parar não é opção e reescrever tudo de uma vez, também não. Na Editora Três, foram três contratos em paralelo: consultoria, manutenção e célula de desenvolvimento.

Onde já aplicamos

15 projetos do acervo. A Leroy Merlin nos contratou duas vezes com seis anos de distância — o e-commerce em 2011 e o sistema de logística depois.

Mentoring

Quando contratar: o time precisa assumir a tecnologia, não depender de terceiros.

O que você recebe

Transferência de conhecimento em tecnologias, processos e metodologias — com diagnóstico do ponto de partida antes de montar a trilha. Dezesseis treinamentos catalogados, entre eles análise de pontos de função, PMI/PMP, UML, RUP, Scrum e suas armadilhas, antipadrões de gestão, gestão de riscos, engenharia de software, análise de requisitos e arquitetura aplicada.

Como funciona

Começa por medir. Para a CVC, o diagnóstico foi um relatório de GAP técnico — questionário por profissional, com autoavaliação de zero a dez — que virou um roteiro de setenta e oito tecnologias distribuídas em quatro ciclos, formando a trilha de programador Java EE a analista e a arquiteto. Sem esse passo, treinamento vira agenda: conteúdo que metade do time já domina e a outra metade ainda não acompanha.

Onde já aplicamos

8 projetos do acervo. O Curso de Arquitetura Aplicada foi ministrado para a Resource no CENESP, em 26 de abril e 10 de maio de 2008, com dezesseis horas e vinte e dois inscritos. Também atendemos a Tecsidel e o Exército Brasileiro.

Não sabe qual é a sua? Comece pelo diagnóstico →

Produtos próprios

As seis frentes que vendemos são as seis que usamos em nós.

Um fornecedor pode descrever qualquer método numa página. A pergunta que importa é se ele segue o método quando o cliente é ele mesmo — e quando o custo do erro não é de terceiros. Nossos quatro produtos passaram pelas mesmas seis frentes, na mesma ordem. Três deles continuam em linha de produção hoje, operados por nós.

Avizuaí

Pré-projeto → Arquitetura → Integrações → Linha de produção

Comunicação entre unidade de saúde e paciente, com integridade legal por carimbo de tempo RFC 3161 e LGPD desde o primeiro dia. Em operação, mantido por nós.

pré-projetoarquiteturaintegrações

NGA

Software sob medida → Integrações → Linha de produção

Contrato digital, assinatura e pagamento por PIX com integração bancária direta.

sob medidaintegrações

OrbiDesk

Software sob medida → Linha de produção

Construído para a nossa própria operação, com o problema que conhecíamos em primeira mão: levar o chamado até o faturamento sem trocar de sistema no meio.

sob medidalinha de produção

OrbiCast

Arquitetura → Integrações

Envio e recebimento por API REST, com as regras de proteção do número aplicadas no domínio.

arquiteturaintegrações

É a razão de a linha de produção não ser, para nós, um serviço acessório: nós a consumimos todos os dias, do nosso lado do contrato.

Conhecer os produtos em detalhe →

Método

Primeiro o diagnóstico. Depois o contrato.

Cinco passos, e os três primeiros são o pré-projeto. Não é uma etapa opcional que oferecemos antes de vender o resto — é a etapa que, em 56 dos nossos 74 projetos, determinou se havia resto a vender.

01DescobrirNegócio, contexto e necessidade real. Antes de propor solução, registramos a situação atual — inclusive quando ela contradiz o que foi pedido no primeiro e-mail.
02DesenharArquitetura, processo proposto e experiência. Quando a escolha de tecnologia é decisiva, construímos prova de conceito antes de recomendar.
03ValidarCenários, riscos e prioridades, com estimativa de prazo e custo calculada por nível de conhecimento — com pulmão, setup e distribuição por fase explícitos na planilha.
04ConstruirEngenharia incremental e testável, com escopo contratado por iteração quando o projeto é longo. Casos de teste escritos a partir dos casos de uso, não depois do código.
05OperarProdução, métricas e evolução. É onde a maioria dos fornecedores encerra o contrato e onde começa o custo real do sistema.

Os passos 01 a 03 são o pré-projeto. Ao fim deles você tem um documento, uma estimativa e o direito de não seguir adiante — inclusive conosco.

E este desenho não nasceu aqui. Nosso processo de fábrica tem nove fases, cada uma com gate de aprovação e checklist — mapeadas em trinta e dois diagramas de raia entre sete áreas e a do cliente.

Ao longo do caminho, o método absorveu o que cada escola tinha de melhor. Do lado tradicional, PMBOK, RUP e CMMI deram a espinha de governança: fases, artefatos nomeados e rastreabilidade de ponta a ponta. Do lado ágil, Scrum e XP trouxeram entrega em ciclos curtos e correção de rota a cada iteração. E entre os dois, as práticas que transformam decisão em prova: BDD escreve o critério de aceite antes do código, DDD mantém o modelo colado à linguagem do negócio, e integração contínua — que adotamos em 2007 — verifica cada mudança automaticamente.

Ágil aqui não significa abrir mão de evidência. Significa produzi-la mais cedo, e com menos papel.

A mesma lógica governa o que veio depois. DevOps estendeu os gates até a produção: infraestrutura descrita como código, deploy versionado e reversível, telemetria de quem opera — o checklist virou pipeline. Na nuvem, isso significa ambiente que sobe igual toda vez e custo que se mede por serviço, não por estimativa. E a IA entrou onde tem responsável: em produção nos nossos produtos, com múltiplos provedores, base de conhecimento própria e decisão auditável — não como enfeite de release.

São mais de duas décadas de tecnologia trocando. As nove fases e os gates continuam os mesmos.

Quem confiou

Setenta e quatro projetos. Três setores que se repetem.

Quando o mesmo setor aparece muitas vezes no acervo, não é acaso: é domínio acumulado e cliente que indicou. Nove clientes de câmbio e mercado financeiro. Cinco no setor público e na defesa, entre agência reguladora, tribunal, Exército e Marinha. Três concessionárias de rodovia. Projetos desde 2003, parte deles entregue sob os nomes Ávila Consulting e Sirius Software — a mesma equipe, o mesmo CNPJ.

Fábrica em São Paulo, CMMI Nível 3, projeto Honda e o Curso de Arquitetura Aplicada no CENESP.

Collect, Telecargas e Report Arg — e mentoring com proposta técnica própria.

Mentoring em arquitetura e Scrum, com trilha de 78 tecnologias em quatro ciclos.

Contratação de câmbio pela internet.

Mural eletrônico, monitor de pistas e mensageria ARTESP.

US Admin, Comex e VIP Web, em ambiente bancário.

Consultoria, manutenção e célula de desenvolvimento.

Piloto de gestão de campanhas.

E-commerce da Leroy Merlin, SQM Messaging e Truth About Street.

Também no acervo: ARSESP, TRT-5, Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e CREF4-SP no setor público; Leroy Merlin, Via Varejo, GE, Praxair/White Martins e Honda em varejo e indústria; Rota das Bandeiras e Centrovias entre as concessionárias; Advanced Corretora, Souza Barros, Treviso, Change, Intercam, CSHG, Fromtis e LA Clearing no financeiro.

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